Práticas integrativas fortalecem cuidado à saúde mental de mulheres privadas de liberdade em Corumbá
O projeto tem como objetivo investigar os impactos dessas práticas no enfrentamento de sintomas de depressão, ansiedade e no uso recorrente de medicamentos psicotrópicos entre as custodiadas.
O Estabelecimento Penal Feminino Carlos Alberto Jonas Giordano, em Corumbá, iniciou, recentemente, a ação “Cuidado Integral à Saúde Mental de Mulheres Privadas de Liberdade”, iniciativa que busca promover o bem-estar por meio de práticas integrativas e complementares em saúde.
O projeto tem como objetivo investigar os impactos dessas práticas no enfrentamento de sintomas de depressão, ansiedade e no uso recorrente de medicamentos psicotrópicos entre as custodiadas. As intervenções são aplicadas nas internas previamente identificadas pela médica que realiza o acompanhamento diário no presídio, considerando casos de maior sofrimento psíquico.
De acordo com os organizadores, os resultados serão acompanhados a partir dos relatos das próprias participantes, comparando percepções antes e após cada prática.
A iniciativa integra a campanha “Saúde e Viver Bem: Cuidado Integral para a Saúde Mental” e é resultado de uma parceria entre a Escola de Saúde Pública, Secretaria de Estado de Saúde, ObservaPICS, Fiocruz e Ministério da Saúde.
Com a continuidade das sessões, a expectativa é transformar realidades dentro do ambiente prisional, proporcionando novas ferramentas de enfrentamento às custodiadas e fortalecendo o compromisso com a dignidade e a saúde no sistema penitenciário.
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