BRASIL, CAPITAL MIAMI?
Flávio, em duas palavras, três mentiras?
Há dados que constatam a vocação mentirosa e sem-caráter do "Zero-Hum". Em duas palavras, Flávio consegue a proeza de dizer três mentiras, sem qualquer esforço. Está em seu DNA. Isso se antes já não assediou, achacou ou conspurcou. Quando repórteres em serviço lhe fazem uma pergunta pautada pelo editor, ele recorre a uma resposta em inglês totalmente fora de contexto.
Enquanto Lula apresenta as realizações deste mandato e anuncia projetos do programa de governo para conquistar seu quarto mandato, "Zero-Hum" faz que faz, ora com ironias da fala de seu adversário, "denúncias" do atual governo e, pior, disseminações de mentiras, bem ao estilo do amigo Fernando Cerimedo, homenageado pelo irmão em fevereiro de 2025 em Miami. Só agora a assessora econômica diz que o projeto de Flávio é igual ao de Javier Milei na Argentina.
Flávio, em duas palavras, três mentiras?
Há dados que constatam a vocação mentirosa e sem-caráter do "Zero-Hum". Em duas palavras, Flávio consegue a proeza de dizer três mentiras, sem qualquer esforço. Está em seu DNA. Isso se antes já não assediou, achacou ou conspurcou. Quando repórteres em serviço lhe fazem uma pergunta pautada pelo editor, ele recorre a uma resposta em inglês totalmente fora de contexto.
É claro, seus marqueteiros e mercenários digitais -- igual Fernando Cerimedo, o argentino que foi contratado por Marco Rubio para manipular as eleições em vários países, como Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, Honduras, Colômbia e Peru -- já o adestrou. Também, com a inteligência rarefeita de que padece, só assim para aparentar o que não é. O tempo todo.
Por que Flávio não quer debater seu programa?
Primeiro, porque, na verdade, ele não tem programa. Tem, sim, um conjunto de ações indecentes para quem é minimamente consciente da importância daquilo que se chama SOBERANIA NACIONAL: iguais aos demais fantoches eleitos pelas "granjas de bots", isto é, pelas redes digitais que manipulam a cabeça de pessoas de boa-fé com mentiras absurdas criadas pelos mercenários digitais desde fora do país, Flávio e seus aliados querem privatizar tudo, inclusive universidades, hospitais, escolas e centros de pesquisa como Embrapa, Fiocruz e ICMBio, além da Caixa Econômica, Banco do Brasil, os Correios e até o PIX.
Se isso fosse pouco, quer acabar com concursos públicos e as carreiras do serviço público, terceirizando instituições como IBAMA, Receita Federal, Polícia Federal, Previdência Social e autarquias que existem desde antes da República. Acabar com as carreiras é o plano para precarizar os serviço público e fazer com que os funcionários não tenham condições de barrar os atos ilegais que eles praticaram durante o mandato do pai dele, cujo crime, de ter deixado morrer mais de 700 mil pessoas de covid-19 durante a pandemia, ainda não foi julgado.
Flávio quer chegar à Presidência para indultar Jair Bolsonaro e os comandantes da tentativa de golpe (além dos otários que fizeram o quebra-quebra), entregar as terras raras, minerais críticos e todas as reservas petrolíferas e minerais do Brasil a Donald Trump. Ele já entregou um documento convidando os membros do governo dos EUA a integrar uma equipe de transição, o que é proibido pela Constituição Federal (a mídia cúmplice sequer deu o devido destaque e debateu com especialistas, como fazia em campanhas passadas).
Por que "Zero-Hum" cresce nas pesquisas apesar das denúncias?
Porque o filho do inominável -- para não precisar de uma "fakeada" em Juiz de Fora, como o pai em 2018 --, ganhou de presente dos meliantes de Miami (onde está o irmão foragido, que acaba de perder seu emprego de escrivão) um plano "combo" de como melar estas eleições e chegar a competir voto a voto, o que permitiria um golpe em caso de não conseguir fraudar a vontade popular. Pesquisa não elege, apenas é usada para manipular suas hordas fanáticas.
Marco Rubio, o "gusano" (verme) que foi capaz de impingir fome e morte a seus conterrâneos da Ilha, é o gestor do plano sinistro. Mas dele participam aqueles que, indicados pelo inominável, não foram julgados e devidamente punidos pelos tribunais em todas as instâncias, da primeira até o Supremo, alvo dos golpistas, a começar por Donald Trump e todos os seus sequazes dentro e fora do Brasil.
Você acredita que os ministros do Supremo saibam do golpe?
Saber, todos sabem. Até nós, reles mortais. O golpe não ocorreu apenas no dia 8 de janeiro de 2023 -- desde 2019, ano em que o inominável assumiu, já vinha sendo ensaiado (daí o ódio pelo ministro Alexandre Moraes, que foi alinhavando todas as tentativas golpistas), e o pior é que não parou na intentona: é golpe em série, continuado, igual câncer que vai "apodrecendo" por dentro os poderes da República.
Há ministros do STF que sabem demais, e contamos que não prevariquem e não procrastinem (pelo menos dos dois indicados pelo inominável um já conspurcou e outro já fornicou -- no caríssimo Hotel Fasano, patrocinado pelo ex-banqueiro e "irmão", com desconhecida a preço de ouro, sob rumores de ter dado calote na profissional do sexo, apesar da fé, segundo o temido celular que Mendonça não queria compartilhar, do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, "mermão" do Flávio "Cadê os 61 milhões?" Bolsonaro, impoluto candidatíssimo.
Hipocrisia conta?
Ora, deixemos de hipocrisia. Se os ungidos se desviaram, cometeram pecados -- eles sabem disso, ainda que não o digam publicamente --, por que os demais, que não são ungidos, têm que ser apedrejados como nos tempos da Lei? Jesus Cristo, conforme João 8:7, não disse que atire a primeira pedra aquele que não tem pecado?
Em uma República laica, cabe a todo funcionário público, em todos os níveis e esferas de poder, o cumprimento da lei, sob pena de sofrer por eventuais desvios de função, conforme está consignado. O próprio descumprimento de André Mendonça, ao procrastinar desde maio e bancar o homem-bomba em setembro, início da campanha eleitoral, o torna passível de sanções, porque ninguém está acima da lei, mesmo sendo ministro ungido.
E o Lulinha da vez?
Podem constatar: desde o fim do ano passado, a mídia corporativa já andava fazendo o seu balão de ensaio depois de refeito seu balcão de negócios. Bem ao gosto e sabor dos eternos donos do país, incomodados com as conquistas das camadas sociais mais desassistidas entre 2016 e 2022, ensaiaram desviar o foco das manchetes, sem qualquer motivo real, para Luiz Fábio Lula da Silva, o Lulinha, de forma recorrente -- bastava ser revelada uma treta da familícia do inominável para que, do nada, aparecessem denúncias pipocando sobre Lulinha, tal qual nos nefastos tempos da quadrilha da Lava-Jato.
Por seu turno, a mídia corporativa (Globo, Abril, Folha, Estado etc), que fez vista grossa ao golpe em curso e tem colaborado acintosamente na disseminação de factóides, precisa ser objeto de uma chamada de atenção ética pelos próprios profissionais do Jornalismo. A conduta antiética de profissionais carimbados pela desfaçatez não pode continuar a ser premiada com altos salários, enquanto repórteres investigativos têm seus ofícios preteridos por decisões corporativas, sempre em sintonia com os amos e senhores do planeta doente e da sociedade caduca, com base em Miami, Nova Iorque, Bruxelas, Londres, Berlim, Paris, Roma, Madri e Lisboa.
Para concluir, ante os evidentes escândalos recém trazidos do celular de Vorcaro, a mídia corporativa, nesta reta de chegada para o dia de votação no primeiro turno, não conseguindo mitigar o impacto negativo sobre Flávio Bolsonaro, volta o samba de uma nota só contra Lulinha, de forma acintosa e cínica. Isso tem nome e sobrenome: Donald Trump. Como as oligarquias midiáticas no Brasil sempre agiram contra os interesses do país, não surpreende, mas precisa ser devidamente enquadrada dentro de critérios éticos do Jornalismo pelas entidades representativas da categoria.
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