RESGATANDO A MEMÓRIA E A HISTÓRIA DA FERROVIA ATRAVÉS DAS ESTAÇÕES ENTRE CORUMBA E CAMPO GRANDE

Esse projeto idealizado pelos professores Dilson Antônio Morais da Fonseca e Jeferson Domingos da Fonseca, tem como objetivo fazer um resgate histórico da ferrovia desde a NOB até a RFFSA, no período inicial de 1914. Essa primeira etapa tem como objetivo principal fazer um relato tanto fisicamente através das visitas às 30 estações, ou o que sobrou delas, entre os municípios de Corumbá à Campo Grande. Nessa logística é importante salientar que é totalmente dos idealizadores que através de veículos e equipamentos próprios têm se deslocados até essas estações. Tendo como participante do projeto também o aluno do ensino médio Gustavo Alexandre Santos Fonseca. Os idealizadores estão abertos as instituições de movimentos históricos, poder público e até mesmo pessoas que queiram colaborar com o projeto e até mesmo tenham material para compartilhar conosco.
O Projeto além de mostrar o antes e o depois da ferrovia, através de áudios e vídeos que serão transformados em um filme. Obviamente além das estações do espaço físico, também serão resgatados os ferroviários que irão fazer seus relatos da época da ferrovia.
As primeiras visitas foram às estações de Corumbá, Urucum, Antônio Maria Coelho, Generoso Ponce, Albuquerque, ao povoado de São Domingos onde tem uma vila de casas da antiga RFFSA, Salobra, Miranda e Duque Estrada.
As 30 estações que vamos percorrer e criar uma nova história são Corumbá, Posto km 1338, Urucum, Antônio Maria Coelho, Generoso Ponce, Albuquerque, Agente Inocêncio - Porto Esperança, Carandazal, Bodoquena, Porto Carreiro, Guaicurus, Coronel Juvêncio, Salobra, Miranda, Duque Estrada, Agachi, Taunay, Guia Lopes, Aquidauana, Irmãos Maringoni, Camisão, Piraputanga, Palmeiras, Cachoeirão, Murtinho, Pedro Celestino, Alcilândia, Terenos, Indubrasil, Campo Grande.
O projeto ainda está no início, mas já colhemos muitas coisas interessantes e vamos continuar e com certeza fazer um resgate histórico, obviamente pautando também a questão emocional até porque os idealizadores são filho, neto e sobrinho dos desbravadores da ferrovia. Mas também na questão de a partir daí quem sabe um dia voltar pelo menos no trem de passageiro.
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