Corumbá, Quinta, 30 de Julho de 2026
Geral

Sindicato é o único meio do trabalhador negociar de igual para igual com o patrão

Carlos Santos, Pres. SECCG

Num cenário em que o trabalhador, sozinho, muitas vezes não tem forças para reivindicar melhores condições de trabalho e de salário — e corre o risco até mesmo de ser demitido ao fazê-lo —, o sindicato se consolida como o instrumento legítimo e eficaz para a negociação coletiva. Essa é a mensagem que o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG), sob a liderança do presidente Carlos Santos, reforça neste momento.

“Não existe negociação equilibrada entre um trabalhador isolado e o poder econômico do patrão. O sindicato é quem tem a estrutura, a representatividade e a força jurídica para sentar à mesa e avançar nas conquistas da categoria”, afirma Carlos Santos.

O SECCG representa milhares de comerciários na capital sul-mato-grossense — e um detalhe fundamental: defende tanto os associados quanto os trabalhadores não sindicalizados. Isso significa que benefícios como reajuste salarial anual, vale-alimentação e outras garantias coletivas alcançam a categoria como um todo, independentemente de filiação.

“Muita gente critica o sindicato, mas poucos param para perguntar: quem garante o reajuste do meu salário todo ano? Quem negocia quando os direitos são desrespeitados? Quem enfrenta o patrão quando o salário atrasa, a jornada é abusiva ou o trabalhador sofre perseguição? A resposta é uma só: o sindicato dos trabalhadores”, completa o presidente.

Segundo Carlos Santos, a campanha de enfraquecimento dos sindicatos interessa justamente ao empresariado, que prefere lidar com o trabalhador desprotegido, individualmente, sem o respaldo de uma entidade de classe. “Dizer que sindicato não serve para nada é repetir o discurso patronal. Sindicato bom é o do trabalhador — forte, atuante e presente.”

O SECCG segue à disposição da imprensa para entrevistas e esclarecimentos sobre a atuação sindical e as pautas da categoria.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Chapa Aurora reúne mulheres jornalistas para fortalecer o Sindjor-MS e ampliar a participação da categoria

Itamaraty confirma 35 mortes e 92 brasileiros desaparecidos na guerra da Ucrânia

XXIII Parada LGBTQIAPN+ de Campo Grande bate recorde histórico e celebra o Dia da Mulher Negra com Karol Conká à frente do line-up

Mais de 50% das mulheres dizem ter sofrido violência de parceiros. Somente 11% dos homens admitem ter cometido agressões