Mulher que vivia situação cárcere privado há 3 meses em assentamento de Corumbá foi atendida pela GCM
Ela conseguiu ajuda depois que se deslocou até a área urbana sob o pretexto de resolver questões pessoais.

A Guarda Civil Municipal, por meio da Patrulha Maria da Penha, realizou o primeiro atendimento a uma mulher que relatou estar em situação de violência doméstica, incluindo restrição de liberdade por aproximadamente três meses, em um assentamento da região. A ocorrência também envolveu uma criança de pouca idade, o que demandou atenção e encaminhamento imediato.
De acordo com o relato da vítima, além das agressões físicas, ela e a criança eram submetidas a ameaças graves, inclusive ameaças contra a própria vida, o que elevou o nível de risco e urgência do atendimento. As informações foram prestadas no momento em que a vítima buscou auxílio em uma unidade de saúde.
Ainda segundo a vítima, a saída da situação de violência ocorreu após conseguir se deslocar até a área urbana sob o pretexto de resolver questões pessoais. Após buscar apoio familiar, foram adotadas as providências necessárias para garantir o acolhimento e a proteção inicial.
Após atendimento médico, a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal acompanhou a mulher e a criança até a Delegacia de Atendimento à Mulher, onde foi realizado o registro da ocorrência para apuração dos fatos e adoção das medidas legais cabíveis pelos órgãos competentes.
A Guarda Civil Municipal reforça que a Patrulha Maria da Penha atua de forma especializada no acolhimento, orientação e proteção de mulheres em situação de violência, priorizando a preservação da dignidade, da integridade física e da segurança, especialmente quando há crianças envolvidas. Casos dessa natureza devem ser comunicados às autoridades para que as providências legais sejam tomadas.